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Foz do Iguaçu,28/03/2026

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Paraná inicia projeto de inteligência climática para monitorar áreas urbanas

Sistema com uso de inteligência artificial e estações meteorológicas começa por Curitiba e será expandido para outras cidades

Agência Estadual de Notícias (AEN)
Paraná inicia projeto de inteligência climática para monitorar áreas urbanas Projeto prevê instalação de estações meteorológicas para monitoramento climático em áreas urbanas. Foto: SEDEST

O Governo do Paraná iniciou um projeto de inteligência climática voltado ao monitoramento de áreas urbanas, com início em Curitiba. A iniciativa foi formalizada por meio da assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e a Prefeitura da capital, durante evento realizado nesta semana.

O sistema será composto por uma rede de estações meteorológicas distribuídas pela cidade e região, capazes de coletar dados em tempo real. A tecnologia utiliza modelos de previsão hidrometeorológica de alta resolução aliados à inteligência artificial para identificar pontos críticos relacionados a temperatura, chuvas e circulação de ventos.

A proposta prevê inicialmente estudos detalhados sobre áreas vulneráveis, como regiões com ilhas de calor e locais sujeitos a alagamentos. Esses dados devem orientar o planejamento urbano e a adoção de medidas para mitigar impactos climáticos nas cidades.

Em uma segunda etapa, será implantada uma estrutura integrada de monitoramento com informações em tempo real, permitindo acompanhar indicadores como estresse térmico, risco de cheias e alterações no fluxo de ventos. O sistema também será conectado a plataformas de gestão urbana para auxiliar na tomada de decisões.

O projeto conta com cooperação internacional, resultado de parceria firmada após missão técnica realizada na Suíça em 2025. A iniciativa envolve colaboração com empresa especializada em modelagem climática e faz parte de um cronograma de três anos, com financiamento aprovado por fundo ambiental estadual.






Após a implementação na capital, a proposta será expandida para municípios da Região Metropolitana de Curitiba e, posteriormente, para outras cidades do Estado, como Toledo. A expectativa é que o sistema contribua para prevenção de desastres, planejamento urbano mais eficiente e melhoria na qualidade de vida da população. 




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